O peixe Nasce, nada, desova e apodrece.
A ave rompe o casco, voa, rasa o véu dos céus, morre e despenca.
O homem mente, morre, cria, destrói, corrompe, fere, julga e perpetua.
Eu choro, grito, sonho, me fascino, amo, destruo e me deito com vácuo que consome meu vazio.
Por ternura e curiosidade.
Me seguro no cordão umbílical pra fugir desse mundo escuro e avarento, enquanto as aves continuam há voar majestosamente e as estrelas envelhecem.
Para sempre.
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