Tossem em mim, e só abaixo a cabeça. As vezes me esqueço da minha natureza conservadora e possessiva. Eu sei, as pessoas querem se expandir. Cansam-se fácil. Um dia estão ludibriadas, n'outro têm aversão. Prefiro me calar nutrindo-me de seu eufemismo, não sei porque, mas sempre acredito, deve ser por não ter nada mais para acreditar. Tudo passa e mal posso tocar. É sempre assim, corro para abraçar, quando me dou conta: já não está lá. Só vejo imagens passadas, como as das estrelas. Traço astros, de panos de chão, e nem esses posso adimirar. Pois se paro para respirar: não está mais lá. Nunca quis estar, levo os dias por arrastar. Me atingem na cara as emoções que não tenho tempo de evitar, é tudo tão rápido...
Traço evasivas para o que me faça deixar o útero. Não gosto de estar com eles, lá. Sempre desejei alguém à me abraçar, mas por horas, que me sufoque. Eia saberem eles real motivo para chorar. Nem ouso mais me intrigar, sei que um'ora irão descobrir, em um pequeno feiche de luz, faz-se mostrar a face amargurada do que não quis ousar. Talvez você esteja lá, e me conte como foi. O padre a rezar, flores, altar, procissão e choros, mas apenas por chorar. Só mais uma pá, está quase lá. Ignóbil amargura, "é nisso que dá não rezar.", agora fecha esse que temos mais à terminar. Pôste a cruz? é importante checar, pra não dar azar. Agora vêm, temos mais trabalho, RÁPIDO! O tempo não pode parar...
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